a cidade e as terras

Fevereiro 09 2010

Passear pelas imponentes margens do Douro é um bálsamo de tranquilidade,  mostrando como o homem pode modificar a paisagem em seu proveito, sem com isso destruir a sua beleza intrínseca. Os magníficos socalcos ondulantes tornam possível o impossível cultivo de vinhas em escarpas que quase mergulham nas águas agora castanhas do rio. A sustentabilidade parece ser um facto e este vinho, seu produto final, uma coisa digna de todos os elogios e fonte de grandes prazeres. Ao fundo, o nevoeiro húmido cria ainda mais planos nos já muitos planos criados por montes e vales, adensando ainda mais o que a vista alcança.

publicado por Joao AC às 17:11

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palavras soltas de um provinciano acomodado a Lisboa com uma grande compulsão para sair a correr terras
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